quinta-feira, 28 de agosto de 2025

“Anoitece no Parque” – Mário Silva (IA)

“Anoitece no Parque”


Mário Silva (IA)


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A pintura digital retrata um cenário sereno ao entardecer, com árvores exibindo folhas em tons de amarelo e laranja, iluminadas por luzes suaves de lampiões.


O caminho húmido reflete as cores vibrantes, criando uma atmosfera calma e nostálgica.


.


Estória: Anoitece no Parque


Era uma tarde fria de fim de verão quando Ana decidiu caminhar pelo parque.


As folhas douradas e alaranjadas caíam suavemente, dançando com a brisa, enquanto os lampiões começavam a acender, lançando um brilho quente sobre o caminho molhado.


O som dos seus passos ecoava levemente, misturado ao farfalhar das árvores.


.


Ana carregava um caderno velho, onde anotava histórias que vinham à mente em momentos como aquele.


Sentou-se num banco de madeira, observando o reflexo das luzes na superfície húmida do chão.


De repente, uma figura indistinta apareceu ao longe, caminhando lentamente entre as árvores.


Intrigada, ela aproximou-se, mas a figura sumiu assim que a luz de um lampião a iluminou por completo.


.


Era como se o parque guardasse segredos, sussurrados pelas folhas e refletidos na água.


Ana sorriu, abrindo o caderno para escrever sobre o mistério daquele entardecer, prometendo voltar na próxima noite para desvendar o que o parque escondia.


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Texto & Pintura digital: ©MárioSilva


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“Anoitece no Parque” – Mário Silva (IA)

“Anoitece no Parque”


Mário Silva (IA)


28Ago 28c1f1ee50098a8e3d0f4d411759338c_ms


A pintura digital retrata um cenário sereno ao entardecer, com árvores exibindo folhas em tons de amarelo e laranja, iluminadas por luzes suaves de lampiões.


O caminho húmido reflete as cores vibrantes, criando uma atmosfera calma e nostálgica.


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Estória: Anoitece no Parque


Era uma tarde fria de fim de verão quando Ana decidiu caminhar pelo parque.


As folhas douradas e alaranjadas caíam suavemente, dançando com a brisa, enquanto os lampiões começavam a acender, lançando um brilho quente sobre o caminho molhado.


O som dos seus passos ecoava levemente, misturado ao farfalhar das árvores.


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Ana carregava um caderno velho, onde anotava histórias que vinham à mente em momentos como aquele.


Sentou-se num banco de madeira, observando o reflexo das luzes na superfície húmida do chão.


De repente, uma figura indistinta apareceu ao longe, caminhando lentamente entre as árvores.


Intrigada, ela aproximou-se, mas a figura sumiu assim que a luz de um lampião a iluminou por completo.


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Era como se o parque guardasse segredos, sussurrados pelas folhas e refletidos na água.


Ana sorriu, abrindo o caderno para escrever sobre o mistério daquele entardecer, prometendo voltar na próxima noite para desvendar o que o parque escondia.


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Texto & Pintura digital: ©MárioSilva


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